sexta-feira, 28 de novembro de 2008

SOS Oceanos

"O FUTURO DOS OCEANOS DEPENDE DA SUA ESCOLHA. A procura e o aumento do consumo de animais marinhos deixou algumas espécies em estado vulnerável. É preciso defendê-las e agir por um oceano sustentável. Através de uma escolha adequada, e respeitando os oceanos, podemos fazer a diferença. Na altura da sua compra informe-se sobre a origem e método de captura, ou criação, da espécie que vai adquirir. Se não estiver seguro da sua escolha siga a nossa sugestão." > uma iniciativa do Oceanário de Lisboa

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Métodos Contraceptivos Tecnológicos Cirúrgicos

Os métodos contraceptivos tecnológicos cirúrgicos são métodos definitivos que envolvem uma cirurgia no sistema reprodutor que irá impedir que os gâmetas entrem nas vias genitais. São depois absorvidos pelo organismo, de modo que nunca mais irão provocar a fecundação de forma natural. Deste modo, uma decisão destas implica muita reflexão antes.
Existem dois casos:

  • Vasectomia - intervenção cirúrgica no homem com um pequeno corte nos canais deferentes impedindo que os espermatozóides passem dos testículos para a uretra.
  • Laqueação das Trompas - corte e sutura das Trompas de Falópio na mulher de modo que os espermatozóides não alcançam o óvulo.

O impedimento de fecundação não implica que os organismos deixem de produzir gâmetas. Aliás, o homem continua a produzir testosterona e esperma (embora já não ejacule) e a mulher continua a produção de progesterona e estrogénios e a ter menstruação, pois apesar de o óvulo não sair as paredes do útero permanecem no seu ciclo menstrual de crescimento e descamação.

Métodos Contraceptivos Tecnológicos Químicos Hormonais

Os métodos contraceptivos tecnológicos químicos hormonais são sobretudo as pílulas, embora existam outros. As pílulas são fármacos compostos por hormonas semelhantes às hormonas produzidas pelo organismo feminino com o propósito de impedir a ovulação.
São administradas por via oral, sob a forma de comprimidos, tendo de ser recomendadas pelo médico. Nunca se deve utilizar uma pílula sem receita do médico e apenas por serem recomendadas e usadas por uma amiga; pois as pílulas variam de mulher para mulher.
Quando tomada sob indicação médica, tem uma eficácia de 100%. No entanto, a sua eficácia diminui se não for tomada correctamente ou se se sucederem vómitos ou diarreia nas horas seguintes à sua ingestão. Esta eficácia pode ser também reduzida com a combinação com outros medicamentos e antibióticos.
Como o organismo da mulher não está preparado para evitar a menstruação (à excepção do caso de uma gravidez), para este suportar deve-se interromper às vezes o tratamento, conforme o médico disser.
A pílula do dia seguinte é uma contracepção de emergência, não um método contraceptivo pois é um recurso no caso de ter ocorrido uma prática sexual desprotegida durante o período fértil. A ingestão da pílula do dia seguinte deve ser tomada o mais cedo possível num prazo máximo de 72 horas depois da relação sexual.
É uma pílula constituída por uma dose elevada de hormonas e, por isso, não se deve recorrer com frequência pois além de perder eficácia pode dar origem a efeitos nefastos para o organismo.
Outros métodos hormonais (mais recentes) com a mesma eficácia da pílula e semelhante método de actuação (pela injecção de hormonas no organismo feminino) são:
  • os adesivos - usados colados ao corpo (ancas, coxas, ventre) e que passam as hormonas pela pele para o sangue.
  • os implantes - fragmentos de hormonas implantados no interior do organismo (geralmente no braço debaixo da pele).
  • os anéis intravaginais - aros colocados na vagina e que vão libertando hormonas para regular o ciclo menstrual, aliás como os adesivos e os implantes.
  • hormonas injectáveis

Métodos Contraceptivos Tecnológicos Químicos - Espermicidas

Os espermicidas são substâncias químicas que eliminam os espermatozóides depositados na vagina para evitar que cheguem a tempo ao útero. Devem ser colocados no orifício vaginal. Os espermicidas podem actuar sob a forma de cremes, geleia ou sprays. Usados isoladamente não são muito eficazes.

Métodos Contraceptivos Tecnológicos de Barreira

Os métodos tecnológicos de barreira representam elementos físicos que impedem a passagem dos gâmetas:
  1. DIU E SIU
  2. O DIU, dispositivo intra-uterino é um pequeno objecto metálico ou de plástico que uma vez colocado no interior do útero impede a gravidez. Actua como um corpo estranho no útero dificultando a progressão dos espermatozóides e a nidação do ovo. Este método embora muito seguro na prevenção de gravidezes, pode provocar infecções. Por essa razão, o DIU só deve ser utilizado por mulheres já com filhos. Existe ainda o SIU - sistema intra-uterino- que é mais capacitado devido às hormonas que tem depositadas e que ajudam a regular o ciclo menstrual da mulher, além de todas as outras propriedades do DIU. Estes dois objectos devem ser colocados e retirados pelo médico e são eficazes entre 3 a 5 anos.

  3. Diafragma
  4. O diafragma é uma membrana fina e redonda de látex ou silicone rodeada por um fino aro flexível. É um objecto pessoal de cada mulher para várias utilizações e que se coloca no início da relação sexual no fundo da vagina na entrada do útero de modo a impedir que os espermatozóides alcancem o útero. A sua eficácia aumenta quando combinado com o uso de espermicidas.

  5. Preservativos

O preservativo é um invólucro de látex muito fino que impede o contacto do esperma com o líquido vaginal, colocado no início da relação. Assim, existem dois tipos de preservativos: o masculino e o feminino.

O preservativo masculino deve ser colocado pelo rapaz a envolver o pénis quando erecto. No final da relação deve-se dar um nó na ponta e deitar para o lixo.

Já o preservativo feminino, pouco divulgado e um pouco diferente, é colocado pela rapariga na vagina com o anel externo no orifício vaginal.
Os preservativos além de serem de fácil utilização e não requisitarem o controlo médico têm a vantagem de serem O ÚNICO MÉTODO CONTRACEPTIVO QUE PROTEGE DE DSTs, DOENÇAS INFECCIOSAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS!

Métodos Contraceptivos Naturais

Os métodos naturais pretendem impedir a fecundação sem a utilização de substâncias químicas ou de outras soluções técnicas, baseando-se apenas na abstinência sexual durante o período fértil da mulher. No entanto, estes são os métodos menos seguros na prevenção de uma gravidez pois:

  • os espermatozóides podem sobreviver até 3 dias no interior do corpo da mulher;
  • o ovócito pode ser fecundado até um dia após a ovulação;
  • factores como doenças e stress podem alterar o ciclo ovárico

Os métodos naturais principais são sobretudo estes três:

  1. Método do Calendário ou de Ogino-Knaus
  2. Durante pelo menos um ano, a mulher em causa deve anotar todos os meses a duração dos seus ciclos. Feito isto, para calcular o período fértil da mulher basta subtrair 18 dias ao ciclo mais longo e 11 dias ao mais longo. Encontra-se assim o período em que a mulher se deve abster do sexo, de modo a não engravidar.

    Aqui está um exemplo: o ciclo (tempo entre cada menstruação) mais longo da Ana durou 32 dias e o mais curto, 25 dias. 28-18= 10; 31-11= 20> isto significa que a Ana, após cada menstruação deve contar: até ao 10º dia pode ter práticas sexuais, depois do 10º ao 20º dia deve evitar o sexo e a partir do 20º dia já poderá ter actividades sexuais outra vez.
  3. Método da Temperatura Basal
  4. Para o método da temperatura basal, a mulher deve registar todos os dias de manhã ao acordar a temperatura no recto medida com um termómetro. Deve-se construir um gráfico como o da figura representativo da variação da temperatura e tirar conclusões. O período fértil só se pode dizer terminado três dias após a ovulação (no gráfico representada pela recta vertical a vermelho) nítida pelo aumento de cerca de 0,2ºC a 0,6ºC de temperatura.
  5. Método do Muco

    O muco ou billing é uma substância gelatinosa produzida pelas glândulas do colo do útero vai sofrendo diversas alterações no seu aspecto relativamente por exemplo ao seu comprimento (filância) ao longo do ciclo. Assim, todos os dias ao acordar a mulher deve examinar o seu muco (aparece por exemplo nas cuecas) e analisar a elasticidade do seu muco. Na altura da ovulação, o muco apresenta maior elasticidade chegando aos 15-20 cm. O período fértil conta-se da ovulação a aproximadamente três dias após esta. O muco corresponde ainda ao chamado corrimento na adolescência.

sábado, 22 de novembro de 2008

1º Telemóvel Ecológico em Portugal

A Samsung acabou de lançar em Portugal o primeiro telemóvel ecológico. Por enquanto ainda é um exclusivo da TMN mas atendendo que brevemente surjam muitos mais, é bem provável que dentro em pouco outras operadoras tenham o seu telemóvel ecológico.
Este primeiro modelo é o Samsung E200 ECO custa apenas 94,90 €, sendo que com os 5€ de retoma fica a 89,90€. Inclui slot cartão de memória, alta voz, modo offline, Mobile Tracker e SOS Message. Tem incorporado mp3, rádio FM, bluetooth,internet, máquina fotográfica de 1,3 megapíxeis e vídeo.
Com uma estrutura de bioplástico obtida a partir do milho (o que significa menor consumo de combústivel e menores emissões de dióxido de carbono), uma embalagem feita de papel reciclado e um alarme que avisa quando a bateria está cheia de forma a poupar energia; este telemóvel é, por enquanto, o ideal da Eco Geração.

sábado, 15 de novembro de 2008

Métodos Contraceptivos

Os métodos contraceptivos ou anticoncepcionais são meios utilizados para evitar uma gravidez não desejada. A contracepção actua de 3 formas:

  • evita a produção e libertação de gâmetas (espermatozóides ou óvulos)
  • impede a fecundação (junção do ovócito com o espermatozóide e respectivo material genético)
  • impede a nidação (implantação nas paredes do útero)

Os métodos contraceptivos podem ser divididos da seguinte forma:

Os métodos naturais pretendem impedir a fecundação sem a utilização de substâncias químicas ou de outras soluções técnicas, baseando-se apenas na abstinência sexual durante o período fértil da mulher. No entanto, estes são os métodos menos seguros na prevenção de uma gravidez pois:

  • os espermatozóides podem sobreviver até 3 dias no interior do corpo da mulher;
  • o ovócito pode ser fecundado até um dia após a ovulação;
  • factores como doenças e stress podem alterar o ciclo ovárico

Nenhum dos métodos naturais previne o contágio de infecções sexualmente transmissíveis.

Já os métodos tecnológicos apesar de serem mais seguros, impedem o acesso dos espermatozóides ao ovócito ou a nidação do ovo, recorrendo a diferentes materiais e técnicas.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Lixo na Praia Não! Na nossa Mão!

Quem é que gosta de ir à praia e não encontrar um sítio decente sem uma beata de cigarro ou um pacote de sumo onde estender a toalha? Como, verdade seja dita, a maioria das Câmaras Municipais não faz muito pela manutenção das praias, por vezes temos de ser nós próprios a fazer um bocadinho pelas nossas adoradas praias!
Devemos começar, obviamente, por nunca deixar lixo na praia. Se esta não tiver caixotes para a sua recolha, deves colocá-lo num saco de plástico que tu próprio levares para a praia e quando saíres deposita-lo no contentor adequado.
Outra forma de contribuir, é participares voluntariamente em limpezas associativas da praia. Senão arranjares nenhum evento do género perto de ti ou no momento que te convém, não desistas. Apanha tu sozinho o lixo! E não há desculpas de vergonha: não há que ter vergonha de limpar a praia!
O início do Verão e os meses posteriores ao Verão são as épocas mais importantes para a limpeza da praia. Isto porque são as alturas antecedentes à época balnear e posteriores a esta; situações em que é necessário limpar para bem dos outros ou pelo mal dos outros.

Passando à acção: vai um dia destes à praia, toma banho, apanha sol, diverte-te. E arranja um tempinho para apanhar o lixo... Leva uns sacos de plástico de supermercado que tenhas por casa e umas luvas de plástico, que podes arranjar nas bombas de gasolina. E depois é só pôr mãos à obra: calças as luvas e faz-me uma ronda pela praia a encher os sacos. Quando abandonares a praia leva os sacos e deixa-los nos respectivos contentores.

O que mais se apanha resume-se em:

  • Sacos de plástico
  • Garrafas de plástico ou de vidro, pacotes de leite e de sumo e respectivas tampas
  • Outras embalagens (exs. de iogurtes)
  • Latas de refrigerantes
  • Cordas, redes e cabos derivados da actividade náutica
  • Esferovite e outros géneros de plástico
  • Restos de panos, tecidos e de guarda-sóis
  • Palhinhas, isqueiros, etc...

Por isso, prepara-te para a colheita!