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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Compostagem

A decomposição é um processo biológico e aeróbio na qual organismos mortos ou partes de seres vivos são deteriorados pelo oxigénio e até pela erosão dos factores físicos e transformadas em matéria mineral, e decompostas pela acção dos decompositores.

A decomposição é um processo essencial no ciclo da matéria e por isso ao equilíbrio dos ecossistemas para que a matéria esteja em constante transformação e os recursos não se saturem.

A compostagem é uma forma de o Homem recriar a decomposição natural para seu próprio proveito como uma reciclagem biológica. Tal pode ser realizado a diferentes escalas: industrial e doméstica.
A nível industrial, os resíduos utilizados tanto podem provenir dos lixos orgânicos domésticos como dos lixos orgânicos de outras indústrias (ex. restos de comida da restauração, biomassa da indústria mobiliária ou do fabrico do papel, etc...). Estes são tratados em grandes contentores onde a oxidação e a acção dos decompositores (bactérias, fungos e até minhocas - chamando-se vermicompostagem) simplificam a matéria orgânica em mineral. Esta matéria, à qual se designa de composto é muito nutritiva para as plantas. Assim é vendida como fertilizante biológico que enriquece o solo agrícola sem químicos. Acaba-se o problema do lixo orgânico e ainda produzimos adubo!
A nível doméstico é basicamente o mesmo mas em menores quantidades e o composto é usado pelo próprio agregado familiar que o criou. Assim em cada casa, deposita-se numa caixa de compostagem todo o nosso lixo orgânico (quer cascas de maçã, pão ou até papel) e com o tempo, este transforma-se em matéria mineral, um óptimo e gratuito fertilizante para a nossa horta.
Se tiverem um quintal, uma horta, se tiverem oportunidade... façam a vossa própria compostagem!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Segurança em caso de Incêndios

Incêndios nas casas são acidentes relativamente frequentes e que podem ter consequências catastróficas. Por essa mesma razão, aqui ficam algumas medidas de segurança:
  • Prevenção

  1. Adquirir pára-raios para o telhado do teu edifício
  2. Encontrar extintores adequados para uso doméstico e ensinar como usar à família
  3. Contactar serviços de alarme de incêndios
  4. Impedir a acumulação de embalagens de cartão, papel...
  5. Acordar com a família um local no exterior (ponto de encontro) para se encontrar durante um eventual incêndio

  • A Evitar
  1. Deixar algo ao lume sem vigia
  2. Deixar cigarros acesos perto de substâncias combustíveis
  3. Aproximar produtos inflamáveis de fontes de calor
  4. Colocar velas perto de cortinas, papéis...
  5. Deixar a lareira acesa sem vigia
  • Durante o incêndio
  1. Se não tiveres um detector de incêndios, a primeira pessoa que o vir deve logo gritar "Incêndio, ... (local onde o viu - ex. cozinha) !"
  2. Deves então baixar-te para não inspirar o fumo e começar a gatinhar em direcção ao ponto de encontro.
  3. Se sentires fumo deves criar uma bolsa de ar limpo com as mãos junto ao nariz para respirares.
  4. Não se deve abrir janelas. Só aumenta a chama.
  5. Anda com uma manta atrás para o caso de teres de te proteger do fogo.
  6. Não utilizes os elevadores.
  7. Se tiveres um extintor à mão, usa-o.
  8. Para saberes por que divisões podes passar, coloca as costas da mão (para não queimar) na parede e vê onde está quente. Não passes aí.
  9. Uma vez cá fora, informa rapidamente as autoridades: 112.

Já sabem o essencial, mas convém ter sempre cuidado. Juízo!

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Herbário

Fazer um herbário é algo que requer tempo, paciência e gosto pelo mesmo. Em primeiro lugar, para quem não sabe o que é um herbário, é um caderno onde se colocam exemplares de plantas identificados com o objectivo de se ir coleccionando e aprendendo mais sobre as mesmas. Teve origem nos Celtas cuja religião se baseava na adoração da natureza e na crença de que todos os elementos naturais quer humanos, cavalos, árvores, rios ou rochas tinham alma. Servia para identificarem as espécies e guardar o conhecimento ancestral sobre plantas medicinais e outras características quer curativas ou aromáticas que tivessem.

Como fazer?

1. Deve-se arranjar um caderno ou livro de folhas lisas (também pode ser um álbum de fotografias.

2. No caso de ter escolhido o álbum coloque ao seu dispôr etiquetas.

3. Saia à rua e procure a sua planta favorita. Recolha a parte da mesma em melhor estado tentando obter a maior diversidade de órgãos: um caule com folhas, flores e frutos, é o melhor pois assim tem vários elementos para identificação futura. Nota: Uma regra essencial é não prejudicar as plantas em redor e a própria: não arranque o vegetal por completo. Outro princípio básico é não colher espécies raras ou em vias de extinção.

4. Deixe a sua planta a secar e a espalmar entre dois livros pesados. Ao fim de uma semana retire-a com cuidado. Devido à sua fragilidade quando seca um pequeno toque pode quebrá-la. Dica importante: Não experimente deixar um cogumelo ou outro fungo a secar. Para além de estragar os objectos com que estiver em contacto, deixa um cheiro pestilento difícil de eliminar ou disfarçar.

5. Se tiver um caderno cole-a cuidadosamente com cola bâton; se tiver um álbum basta inseri-la numa das micas.

6. O próximo passo é etiquetar: num caderno faz-se num dos cantos superiores, no álbum deixa-se uma etiqueta autocolante na mica. A etiqueta deve obedecer a estas características:

Dia de Mês de Ano (Data da recolha) >Se preferir pode escrever apenas a estação do ano e o ano; Rua, Localidade, País (Local da recolha) Nome da Espécie >Pode ser necessário adquirir um livro sobre identificação de plantas. Partes recolhidas da planta